Abusiva vem sendo a atuação da mídia nestes episódios de quebra de decoro e foro privilegiado.
Deparamo-nos com duas situações de extrema relevância para a discussão corrente: O caso do deputado, que arrisca ter seu julgamento invalidado por conta de manobras inflamatórias a favor do voto aberto que, ferindo o regulamento interno da instituição, teria tudo para ser declarado improcedente; e o promotor, que teria na perda de sua prerrogativa de defesa aberto debilitante precedente.
Irresponsável é a mídia do ânimo.

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